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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Olhái para a Figueira!!!!

A decisão do presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel está no centro das atenções na mídia mundial. Filipinas e República Checa já fizeram o mesmo e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está pedindo que todas as nações que possuem relações diplomáticas com Israel sigam o exemplo.
Parte dos pastores evangélicos acreditam que esse movimento é uma parte importante da profecia bíblica e pode ser um “sinal do fim”, apontando para a segunda vinda de Cristo. David Reagan, fundador e diretor do Ministério Leão e Cordeiro, com sede no estado americano do Texas, disse que a mudança veio tarde.
“Eu apoio totalmente essa decisão porque Jerusalém é a capital de Israel, tendo sido assim por 4000 anos. Os judeus sempre a tiveram como sua capital e nunca, em toda a história, foi a capital de outro povo, nem de um estado muçulmano ou um estado árabe. Está muito atrasado”, afirmou o pastor.
Ele diz representar um grupo de líderes cristãos e estudiosos que defendem que os “fim dos dias” estão perto. Para eles, é profético que os judeus controlem totalmente Jerusalém e construam um terceiro templo no Monte do Templo, local que desde o fim da guerra dos Seis Dias, em 1967, está sob jurisdição dos muçulmanos.
Reagan, que afirma ser um especialista na profecia bíblica, apresenta um programa de TV semanal visto por mais de 110 milhões de casas nos EUA. Ao Christian Today ele apresentou sua visão do que deve ocorrer no Oriente Médio em breve.
“Na sua maioria, os cristãos evangélicos concordam que provavelmente haverá uma guerra contra Israel, que as escrituras chamam de ‘guerra da aniquilação’ em que todas as nações muçulmanas que têm uma fronteira com Israel, mencionadas no Salmo 83, atacarão Israel mas sairão derrotadas. Então o mundo árabe entrará no pânico e clamará pela ajuda da Rússia. Os russos descerão com uma aliança militar envolvendo nações muçulmanas, países como a Pérsia (Irã) e a Turquia. Finalmente, todos serão destruídos nas montanhas de Israel”.
Segundo Reagan o Anticristo se revelará como algum líder da União Europeia e “tentará resolver a situação no Oriente Médio” fazendo um tratado de paz com Israel. “Nós acreditamos que o capítulo nove de Daniel ensina que, no momento em que assinar esse acordo com Israel, a tribulação começará”, ensina.
O pastor acrescenta que “Ele [Anticristo] se levantará com o poder de pacificar o mundo através de seu carisma e sua inteligência superior. A partir daí procurará construir um império mundial. Vai acabar iniciando uma guerra para tentar conquistar o mundo, o que é descrito em Apocalipse, capítulo seis, e essa guerra se transformará em uma guerra nuclear. Até o meio da tribulação ele terá o controle de todas as nações da Terra”.
Finalizou dizendo que esse homem poderoso marchará para Jerusalém e entrará no Terceiro Templo, “que será reconstruído durante os primeiros três anos e meio da tribulação e se declarará Deus. Os judeus imediatamente o rejeitarão e ele começará a persegui-los e tentará aniquilá-los da face da Terra. Acreditamos que Satanás odeia os judeus de modo especial porque foi através deles que Deus nos deu a Bíblia e desse povo veio o Messias… Satanás os odeia e tentará destruí-los mais uma vez, como já fez no Holocausto”.
Reagan diz que esse é o entendimento da maioria dos pastores e que haverá uma última batalha, no vale do Armagedon. “Nessa altura, Jesus retornará sobre o monte das Oliveiras em Jerusalém, ele dará uma ordem sobrenatural e destruirá todos os exércitos do Anticristo, passando então a reinar sobre toda a Terra”.
Com informações de Christian Today

Mundo

Palestinos devem enfrentar a realidade, diz Netanyahu

O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou neste domingo (10) que os palestinos devem enfrentar a realidade de que Jerusalém é a capital de Israel de modo que ambas as partes caminhem em direção à paz.
Netanyahu afirmou que Jerusalém tem sido a capital de Israel por 3.000 anos e "nunca foi a capital de nenhum outro povo".
A declaração ocorreu em meio a protestos no mundo árabe-muçulmano contra a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de transferir para lá, de Tel Aviv, a embaixada americana. Houve episódios de violência próximo à Embaixada dos EUA no Líbano e em outros locais neste domingo.
Netanyahu falava em resposta ao presidente francês, Emmanuel Macron, em Paris, que havia lhe pedido gestos aos palestinos para quebrar o impasse em torno das negociações de paz.
Na segunda (11), o premiê israelense se encontra com chanceleres da União Europeia, quando estes tentarão apresentar uma posição unificada em relação à decisão dos EUA sobre Jerusalém.
Macron disse a Netanyahu que é contra a decisão de Trump, por considerá-la uma "ameaça perigosa à paz".
"Pedi ao premiê Netanyahu que faça gestos corajosos em direção aos palestinos para que saiam do atual impasse", afirmou Macron, sugerindo que um congelamento na construção de assentamentos poderia ser um primeiro passo.
Macron reafirmou ainda que a France acredita na solução de dois Estados como a única opção viável para pôr fim ao conflito entre israelenses e palestinos.
"Não acredito que precisamos de mais iniciativas", afirmou Macron.
"A coisa mais importante sobre a paz é, em primeiro lugar, reconhecer que o outro lado tem o direito de existir", respondeu Netanyahu. "Uma das manifestações dessa negação é a simples recusa em se sentar com Israel."
"Este é o gesto que ofereço ao senhor Abbas para se sentar e negociar a paz. É um gesto pela paz. Nada poderia ser mais simples", afirmou, referindo-se ao presidente palestino, Mahmoud Abbas.
TURQUIA
Netanyahu afirmou ainda neste domingo que não ouvirá sermões do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, após ter sido criticado pelo líder turco durante o final de semana.
"O Senhor Erdogan atacou Israel. Não estou acostumado a receber sermões sobre moralidade de um líder que lança bombas em vilarejos curdos na Turquia, que aprisiona jornalistas, auxilia o Irã a se desvencilhar de sanções internacionais e que ajuda terroristas, incluindo em Gaza, a matar pessoas inocentes", declarou Netanyahu.
Mais cedo, Erdogan afirmou que decisões tomadas durante a próxima reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OIC, na sigla em inglês) mostrarão que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos Estados Unidos não será fácil de implementar.
Um porta-voz de Erdogan anunciou na quarta-feira que a OIC fará uma reunião urgente na Turquia em 13 de dezembro para coordenar uma resposta à decisão dos EUA.
A OIC, criada em 1969, consiste em 57 Estados-membro com maioria muçulmana ou uma grande população muçulmana. "Nós explicamos a nossos interlocutores que a decisão dos Estados Unidos não segue as leis, diplomacia ou humanidade internacionais", disse Erdogan.
"Com a rota que criaremos durante a reunião da OIC, mostraremos que a decisão são será facilmente implementada", disse ele, acrescentando que a Turquia considera nulo o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre Jerusalém.
A decisão gerou protestos palestinos. O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, afirmou, em resposta, que Jerusalém é a "eterna capital do Estado da Palestina".

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Bolsonaro Presidente Reconheceria Jerusalém

Jair Bolsonaro afirma que reconheceria Jerusalém se fosse presidente

"Nossos irmãos de Israel têm direito ao seu território", afirmou o parlamentar.


Bolsonaro afirma que reconheceria Jerusalém se fosse presidente
Em entrevista ao site Terça Livre, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) foi veemente em seu posicionamento sobre o anúncio dos Estados Unidos reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O parlamentar, que é pré-candidato à presidência, afirmou que, se estivesse na presidência da república atualmente, faria o mesmo que Donald Trump. Até o momento, ele foi o único dos pré-candidatos a tocarem no assunto publicamente.
“Isso, no meu entender, reforça aquilo que os nossos irmãos de Israel têm direito: o seu território”, afirmou.
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